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Havia um cego sentado na cal√ßada em Paris, com um bon√© a seus p√©s e um peda√ßo de madeira que, escrito com giz branco, dizia: ‚ÄúPor favor, ajude-me, sou cego‚ÄĚ.
Um publicit√°rio, parou e viu umas poucas moedas no bon√©. Sem pedir licen√ßa, pegou o cartaz e o giz, e escreveu outro an√ļncio e foi-se embora. Mais tarde o publicit√°rio voltou a passar em frente ao cego. Agora, o seu bon√© estava cheio de moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, querendo saber o que havia escrito ali. O publicit√°rio disse: ‚ÄúNada que n√£o esteja de acordo com o seu an√ļncio, mas com outras palavras‚ÄĚ.
Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas o seu novo cartaz dizia: ‚ÄúHoje √© Primavera em Paris e eu n√£o posso v√™-la‚ÄĚ

Derek Destito
DESIGNING COMMUNICATION - Imagem conceptual

Na comunica√ß√£o tudo depende de um perfeito dom√≠nio entre, forma e conte√ļdo, leitura e empatia,
local e tempo, gestalt e semiótica.

A aplicação Designing Communication é um processo de Designing Business que vive da vontade
de surpreender - o conte√ļdo - e do perfeito dom√≠nio dos mecanismos da percep√ß√£o humana - a forma -. Desenhamos a comunica√ß√£o numa √©poca em que, para al√©m dos meios massificados - um emissor para muitos receptores -, existe um ascendente impar√°vel de redes de interac√ß√£o multidireccional como a web 2.0 ou as redes m√≥veis onde todos s√£o emissores e receptores em simult√Ęneo,
a qualquer hora do dia e da noite, as vezes que se quer, a preços acessíveis e a uma escala global. Neste contexto explosivo, a visibilidade e a notoriedade dependem em grande parte da intensidade
e da coerência dos códigos de comportamento e de aparência de uma marca.

No século XX a comunicação desenhou-nos. No século XXI somos nós a desenhá-la.